Antes de escolher a ferramenta, escolas e empresas precisam saber qual problema querem resolver. A edição 44 do Radar Pupa trata a adoção de IA como decisão de cultura.
Por José Brito, fundador da Pupa Educação Digital, professor do Laboratório de IA do Colégio MOPI e diretor da JEDUCA, Associação dos Jornalistas de Educação.
A adoção de IA costuma ser contada como uma corrida por licenças e plataformas. Na turma piloto do curso IA no Dia a Dia, o que fez diferença foi outra coisa: entender os dados ao nosso redor, perguntar onde estamos e aonde queremos chegar, e aprender aos poucos, sem medo de errar.
O pano de fundo pesa. Levantamento do CompaniesMarketCap citado na edição mostra seis gigantes de tecnologia somando mais de US$ 15 trilhões em valor de mercado, uma concentração que define boa parte das ferramentas que chegam às salas de aula e aos escritórios.

A frase da semana
“É importante a gente pensar para que está colocando a tecnologia, qual é o problema educacional que queremos resolver.”
Camila Wasserman, pesquisadora do CESAR, em artigo escrito com Sabrina Serafim para a HSM Management.
Adoção de IA e o que mais está na edição 44
- Plataformização e o que o debate sobre aprendizagem pede antes de a tecnologia entrar na sala de aula
- A concentração das big techs, que juntas passam de US$ 15 trilhões
- A nova análise do Todos Pela Educação, com atenção, IA e clima entre os destaques
- A consulta da ANPD sobre novas regras de fiscalização, aberta a contribuições até 26 de outubro
Dica de leitura
Utopia pragmática, de Ricardo Henriques (Jandaíra, 2026), reúne 55 artigos escritos entre 2022 e 2025 e defende um projeto de longo prazo para o país com a educação no centro, levando em conta os impactos da inteligência artificial.
Leia a edição 44 completa no Radar Pupa
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Este post foi preparado e revisado com automações de IA do Claude Cowork, a partir da edição original de José Brito no Substack.

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