JEDUCA faz 10 anos e reafirma pioneirismo na formação de jornalistas em educação

O 10º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação reuniu quase 600 pessoas na USP, em São Paulo, para celebrar os dez anos da JEDUCA, Associação dos Jornalistas de Educação.

Por José Brito, fundador da Pupa Educação Digital, professor do Laboratório de IA do Colégio MOPI e diretor da JEDUCA, Associação dos Jornalistas de Educação.

A edição deste ano abriu com um documentário sobre a história da associação, que começou com 30 jornalistas em uma sala emprestada pelo Cenpec e hoje reúne mais de 2 mil associados em todas as regiões do país. O 8º Edital de Jornalismo de Educação teve 88 pautas inscritas, e as 10 reportagens vencedoras recebem bolsas de R$ 10 mil em parceria com a Fundação Itaú.

A programação teve sabatina com o ministro da Educação, Leonardo Barchini, e mesas sobre ECA Digital, polarização, prevenção ao suicídio, masculinidades e uso de IA nas redações. Contribuí com o debate sobre aprendizados com IA no mundo do trabalho, em que a principal dificuldade apontada foi o volume do que é gerado por IA neste período pré-eleitoral.

Card em pixel art gerado por IA. Fundo amarelo-dourado, com a palavra JEDUCA em roxo e o número 10 brilhando em dourado sobre um livro aberto com capelo de formatura. Nos cantos, lupa sobre balão de código, pódio com microfone, escudo com cadeado e balança.
Card em pixel art gerado por IA. Fundo amarelo-dourado, com a palavra JEDUCA em roxo e o número 10 brilhando em dourado sobre um livro aberto com capelo de formatura. Nos cantos, lupa sobre balão de código, pódio com microfone, escudo com cadeado e balança.

A frase da semana

“Eu acho que a imprensa tem um papel de ser um ator no debate educacional que vai incentivar a discussão.”

Chico Soares, ex-presidente do INEP e especialista em avaliação educacional, no documentário sobre os 10 anos da JEDUCA.

Também nesta edição

  • Sabatina com o ministro da Educação e o debate sobre novos modelos de redação para o ENEM 2028
  • IA nas redações pede atenção, vigilância, ceticismo e foco no trabalho autoral
  • O papel do hábito da leitura em tempos de telas e assistentes digitais
  • ECA Digital e os novos paradigmas da proteção online de crianças e adolescentes
  • Educação para a cidadania está na lei, e o desafio é levar as ações para além do conteúdo

Dica de leitura

1968: o ano que não terminou, de Zuenir Ventura (Nova Fronteira, 1989). Uma homenagem ao jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras, que morreu aos 95 anos na semana do congresso.

Leia a edição 42 completa no Substack


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