Informação do jornalista Alexandre Sayad, em artigo da Revista Educação, abre caminhos para Brasil ampliar parâmetros na avaliação de estudantes.
Photo: Divulgação
Boa segunda-feira, pessoal!
Por José Brito, jornalista e fundador da Pupa Educação Digital
“O exame reconhece, agora, o papel crescente da alfabetização midiática e tem incentivado iniciativas que vão desde programas educativos até o desenvolvimento de jogos e diretrizes internacionais sobre competências digitais.”
Alexandre Le Voci Sayad, jornalista, consultor da UNESCO e Mestre em Inteligência Artificial.
É tempo de educação digital e midiática. E quem tá falando é uma das principais referências em avaliação de estudantes no mundo todo: a OCDE, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Criada em 1961, com o objetivo de promover políticas públicas que melhorem o bem-estar econômico e social da população em todo o planeta, a organização também atua como centro de pesquisa e formulação de diretrizes em áreas como educação, saúde, emprego e meio ambiente.
Entre estas iniciativas, está o PISA, Programa Internacional de Avaliação de Estudantes que, desde 2000, avalia o desempenho de estudantes de 15 anos de idade em leitura, matemática e ciências. A novidade agora é que saber interpretar, avaliar e agir sobre informações digitais em redes sociais, grupos de mensagem ou em aplicativos com inteligência artificial tornou-se tão fundamental quanto ler ou resolver problemas matemáticos.
A partir de 2029, o PISA terá um novo componente voltado à avaliação de competências digitais, com foco específico na capacidade de avaliar criticamente conteúdos de mídia, reconhecer desinformação e compreender a lógica das plataformas digitais, como os algoritmos operam e influenciam a exposição de conteúdo e, claro, conceitos sobre cidadania digital para uso ético e responsável das tecnologias.
» Link [Revista Educação]
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DICA DE LEITURA »

Assisti há pouco tempo a série “O Eternauta”, com Ricardo Darín, da Netflix, uma das mais esperadas de 2025. É aquela clássica ficção científica ambientada na Buenos Aires dos anos 1950 e pautada por uma jornada épica em que seus personagens lutam pela sobrevivência ao fugir de uma névoa misteriosa que cobre toda a capital argentina. Fiquei sabendo outro dia que ela foi inspirada numa história em quadrinhos, publicada originalmente em 1957. A obra é argentina e de autoria de Hector G. Oesterheld, com ilustrações de Francisco Solano López. Já encomendei meu exemplar por aqui e espero que gostem também desta dobradinha: cinema x quadrinhos.

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